Tecnologia inovadora permite monitorização permanente de pessoas que sofreram um ataque por causas desconhecidas.

Todos os anos, há cerca de 25 mil pessoas que sofrem um acidente vascular cerebral. Em muitas situações, ficam por conhecer as causas. Os doentes nestas circunstâncias vivem literalmente com o coração nas mãos. Mas há uma nova esperança para quem vive um dia de cada vez, sempre na iminência de um novo ataque: um microdispositivo, o “Linq”, que, implantado no peito do doente, faz o registo, em modo contínuo, do ritmo do coração. Se houver uma arritmia (fibrilhação auricular) é enviado um email e um sms para o telemóvel do médico.

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