A mortalidade por insuficiência cardíaca pode atingir os 50% e, apesar da elevada morbilidade, é bem menos conhecida e temida pelo grande público do que o cancro, alerta a médica cardiologista Cândida Fonseca. Hoje é o Dia Mundial do Coração.

A insuficiência cardíaca é não apenas uma doença, mas uma síndrome – conjunto de sintomas – com queixas que os doentes referem como cansaço e dificuldade respiratória (dispneia) desencadeados subitamente ou por esforços cada vez menores.

“Dificuldade em dormir deitado necessitando várias almofadas, acordar subitamente com falta de ar, aumentar rapidamente de peso por inchaço (edema) dos membros inferiores e do abdomem” são outros dos sintomas recorrentes, frisa a cardiologista Cândida Fonseca.

Existem múltiplas causas e tipos de disfunção cardíaca capazes de desencadear quadros de insuficiência cardíaca e é frequentemente a derradeira fase da maioria das doenças cardiovasculares. “Por as queixas serem inespecíficas, o diagnóstico é difícil. Os sintomas são frequentemente atribuídas a outras causas como a idade avançada, o excesso de peso, o sedentarismo, ou a outras doenças como a anemia ou a insuficiência renal que, não raramente, coexistem com a insuficiência cardíaca”, explica a médica.

A insuficiência cardíaca pode também ser causada por doenças anteriores ou atuais que, por sua vez, provocaram lesões ou sobrecarregaram o coração.

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