Um equipa de médicos britânicos conseguiu identificar com um ano de antecedência uma recidiva de um tumor maligno comparativamente ao diagnóstico que seria proporcionado por exames tradicionais.

Através de uma amostra de sangue, a equipa médica conseguiu rastrear no sangue sinais de cancro quando o tumor era apenas constituído por minúsculas células, praticamente invisíveis nos exames de raio-X e nas tomografias axiais computorizadas.

Segundo a BBC, a descoberta permite aos médicos tratar o tumor mais cedo, o que aumenta as hipóteses de cura e sobrevivência.

A investigação em causa focou-se no cancro do pulmão, mas os processos estudados podem ser aplicados a outros tipos de cancro, garantem os cientistas.

A equipa em causa é do Instituto Francis Crick, em Londres. Os cientistas analisaram o ADN defeituoso dos tumores para obter um “mapa genético” do cancro de cada paciente. A cada três meses, foram realizados exames para verificar vestígios do ADN do cancro no sangue dos pacientes.

Os resultados, divulgados na publicação científica Nature, mostraram que a recorrência do cancro pode ser identificada cerca de um ano antes quando comparada com os exames convencionais.

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