Organizações da Europa, incluindo a portuguesa Zero, apelam aos decisores europeus para que retirem do mercado as amálgamas dentárias contendo mercúrio, identificadas como representando risco de “envenenamento secundário”, uma prática já pouco utilizada pelos dentistas.

“A Europa é a maior utilizadora do mundo de amálgama e as ONG [Organizações Não Governamentais] de defesa do consumidor, da saúde e do ambiente, bem como muito profissionais de medicina dentária, apelam a que a sua utilização seja proibida”, refere uma informação da Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero.

Na terça-feira, representantes da Comissão Europeia, Conselho Europeu e Parlamento Europeu vão discutir o texto do Regulamento Europeu sobre Mercúrio, incluíndo o seu uso nos cuidados dentários. Segundo a Zero, a Europa é a maior utilizadora do mundo de amálgama e o seu impacto ambiental “é significativo” tanto no ar como na água e no solo, mas também representa um risco para a saúde humana. Se não for filtrado nas águas residuais, o mercúrio acaba por chegar ao mar e ser absorvido pelos peixes que entram na alimentação.

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